Projeto de Interiores – Quanto custa ou, como orçar?

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A  questão do orçamento tem uma variação de acordo com o volume de honorários dispensados para cada obra, por exemplo, alguns clientes procuram o profissional já com a obra quase terminada, o piso, gesso, cores das paredes, luminotécnico, a paginação, louças e metais dos banheiros e cozinha tudo já pronto, então o que resta é apenas o mobiliário (projetos para marcenaria ou consultoria para compras em lojas) e, a consultoria na escolha das peças decorativas (tapetes, cortinas, quadros, vasos etc). Bom, os projetos mobiliários e as consultorias decorativas são um volume de trabalho até grande também, porém não tanto quanto um projeto de interiores que envolve todas as etapas, onde o breefing muitas vezes gera um volume de pesquisas e envolvimento quase integral, adequar os critérios técnicos, com funcionalidade e estética, respeitar o sonho do cliente que precisa ser realizado, sem sair do foco, respeitar o orçamento estipulado, cronograma etc. Em muitos projetos o envolvimento é muito grande, e, em alguns casos, tudo é criado pelo profissional, todas as etapas de acabamentos e projetos, inclusive a comunicação visual buscando uma psicologia ambiental que gera conceitos diversos e personalizados para cada caso, em casos comerciais, ainda há a afinidade com a marca do cliente, é preciso desenvolver um projeto adequado ao marketing da empresa, por fim, até mesmo a temática dos projetos influenciam no orçamento, um tema vanguardista para um tema rústico requintado envolvem pesquisas diferenciadas.

Tudo isto só pode nos indicar um fato, que, apresentar um valor específico de orçamento sem pesquisar o volume do projeto é muito arriscado, com certeza, o profissional ou o cliente sairá perdendo, e, no caso do profissional apresentar um orçamento sem os devidos cuidados, além de ele perder, ainda prejudicará o cliente, pois não conseguirá desempenhar suas funções previstas com total excelência.

Por: Alexandre Ferraz Bello – Design.in

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Design de Interiores – O que é?

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Design de Interiores, algumas vezes confundido com decoração de interiores, é uma técnica cenográfica, visual e arquitetônica de composição e decoração de ambientes internos (cômodos, residências, escritórios, consultórios, lojas, salas comerciais, etc.). Consiste na arte e prática de planejar e arranjar espaços, escolhendo e/ou combinando os diversos elementos de um ambiente, estabelecendo relações estéticas e funcionais que dependam do fim a que este se destina.

O Designer de Interiores, profissional que atua na área, projeta os ambientes, utilizando e combinando cores, materiais, texturas e dispondo móveis e acessórios. Ele estuda em detalhes a área a ser criada ou reformulada, monta o orçamento e o cronograma da obra, desenha mobiliários e elementos que vão compor este espaço, a disposição dos móveis, escolhe os adornos e revestimentos de pisos, paredes e tetos, sempre atento ao desejo do cliente, à estética e a funcionalidade do local.

O Design de interiores é com certeza uma arte. Requer sensibilidade, bom gosto e muito conhecimento do profissional sobre as diversas áreas que o envolvem. Para exercer a profissão é necessário uma gama de conhecimentos que vão desde história da arte, ergonomia, psicologia ambiental, entre outros. É claro que o gosto do cliente deve ser respeitado, porém a experiência e seriedade do profissional falam mais alto.

Versatilidade técnica é o suporte indispensável, depois apenas da criatividade na escala que define um designer de interiores. Os conhecimentos de marcenaria, pintura, acabamento, restauro, machetaria, carpintaria e outros que podem ser adquiridos com prática e teoria técnica são a outra metade.

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Paisagismo – O que é?

Paisagismo, também denominado por Arquitetura da Paisagem, é a arte e técnica de promover o projeto, planejamento, gestão e preservação de espaços livres, urbanos ou não, de forma a processar micro e macro-paisagens.

Visto que a abordagem do problema do design da paisagem é similar ao encarado na arquitetura, considera-se que a paisagem é um elemento a ser construído, tanto quanto os edifícios e o ambiente urbano: dessa forma, a arquitetura da paisagem é uma extensão da arquitetura, como disciplina, de uma forma mais ampla.

Originalmente relacionado apenas ao desenho de jardins e praças, considerando apenas os aspectos estéticos e cênicos do projeto de um lugar, o paisagismo ao longo do tempo foi abarcando escalas e propostas maiores, chegando a se confundir com o desenho urbano e incorporando as variáveis sócio-econômicas relativas aos problemas em questão.

Enquanto profissão, a arquitetura paisagista abrange um conjunto de disciplinas relacionadas ao projeto arquitetônico, ao planejamento regional e urbano, à preservação do meio ambiente natural e construído e do patrimônio histórico, ao planejamento de sistemas de lazer e recreação e sinteticamente ao planejamento espacial.

A arquitetura da paisagem é, assim como a própria arquitetura, um campo multidisciplinar, envolvendo a matemática, as ciências naturais e sociais, a engenharia, as artes, a tecnologia, etc.

Apesar de ser normalmente associado à jardinagem pelo público leigo, a arquitectura paisagista envolve todos os possíveis elementos constituintes da paisagem, sejam eles naturais ou não.

O profissional do paisagismo trabalha com projetos de design em áreas abertas e fechadas, projetando jardins públicos ou privados, praças, parques, áreas comuns em edifícios, zoológicos, canteiros, espaços de lazer e recreação e de monumentos históricos, sítios, etc, sempre levando em conta a funcionalidade, a topografia do local, os aspectos culturais e sociais, os recursos naturais e a preservação do meio ambiente. Este profissional também pode atuar em equipes multidisciplinares de recuperação de áreas danificadas ou devastadas, trabalhar com o cultivo de plantas e árvores para a integração em projetos paisagísticos, ou na produção de arranjos de plantas para o mesmo fim.

Analisar a área a ser trabalhada e as suas necessidades, levando em conta sua funcionalidade, a topografia do local e a preservação do meio ambiente. Elaborar o projeto paisagístico, envolvendo, se necessário, profissionais de outras áreas. Submeter o projeto à aprovação do contratante, patrocinador ou do órgão governamental responsável, após a aprovação, contratar todos os profissionais necessários, comprar os materiais, plantas, sementes, etc que serão utilizadas, coordenar o andamento do projeto, realizar mudanças quando necessário, desenvolver e expor os projetos com apresentações adequadas ao perfil e conhecimento técnico de cada cliente, são algumas das etapas necessárias a serem aplicadas pelo profissional para a execução de um projeto paisagístico de sucesso.

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Maquete virtual ou eletrônica – O que é?

Ao lado imagem de uma apresentação em Maquete Virtual para um ambiente projetado e executado pelos profissionais Alexandre e Edelita da Design.in, utilizando o 3Ds Max.

O 3Ds Max é um programa de modelagem tridimensional que permite renderização de imagens e animações. Sendo usado em Produção Cinematográfica (filmes de animação e cenários virtuais), criação de personagens de jogos em 3D, vinhetas e comerciais para TV, Maquetes Virtuais e na criação de qualquer Mundo Virtual.

Maquete Virtual também conhecida por Maquete Digital ou Eletrônica é a simulação volumétrica de um desenho industrial ou projeto arquitetônico/urbanístico produzido em ambiente gráfico-computacional, utilizandoModelagem tridimensional. Geralmente é criada por Arquitetos, Designers, Projetistas ou Cadistas utilizando um software de modelagem 3D. Apresenta níveis distintos de detalhamento, podendo ser meramente esquemática, detalhada ou foto-realística.

A evolução da simulação de formas e espaço arquitetônico em ambiente gráfico-computacional está diretamente relacionada a evolução dos equipamentos de hardware e aplicativos ou softwares. A Maquete Virtual é na verdade uma evolução das perspectivas à mão feitas em aquarela, nanquim ou aerógrafo. Com o avanço da tecnologia muitos artistas tiveram que se adaptar à nova realidade imposta pelo mercado de trabalho.Nos últimos anos, com o “boom” imobiliário a Maquete Virtual ganhou notoriedade, se tornando umas das mais utilizadas armas de venda, valorizando os espaços oferecidos. Um exemplo do crescimento deste mercado é a Crystal CG que é uma empresa chinesa, conhecida mundialmente, que possui cerca de 800 funcionários. Outras reconhecidas empresas são as americanas Neoscape e Spine 3D, as inglesas Neighbourhood, Smooth, Uniform e Squint/Opera, a espanhola Urban Simulation e as também chinesas Dans e Sunup CG.

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Projeto lumonitécnico ou luminotécnica – O que é?

Ao lado espaço projetado e executado pelos profissionais Alexandre e Edelita onde a luminotécnica aplicada foi essencial para a composição do ambiente.

Chama-se luminotécnica a parte que trata do estudo da iluminação, e, iluminação, é a aplicação deliberada de luz para atingir efeitos estéticos e funcionais em um determinado ambiente.

Combinando experiência prática com gosto estético um projeto luminotecnico tem por objetivo a visualização adequada do espaço arquitetônico, levando em consideração, as funções para que o projeto foi destinado.

Existem diversas tecnologias que permitem a correta iluminação do espaço urbano, do espaço interno e do espaço externo (paisagístico). Existem vários tipos de lâmpadas que produzem resultados distintos. Para um correto projeto de iluminação é necessário ter noções de luz e cor que estas lâmpadas produzem, e, também, um completo conhecimento dos diversos efeitos produzidos pelas luminárias a que elas serão destinadas.

Um projeto de iluminação requer uma análise da quantidade de luz funcional prevista, o consumo de energia, bem como o impacto estético fornecido pelo sistema de iluminação.

Alguns edifícios, como centros cirúrgicos e instalações desportivas, estão principalmente preocupados com o fornecimento da quantidade adequada de luz para a tarefa associada. Outros, como armazéns e edifícios de escritórios, estão principalmente preocupados com a questão da economia através da eficiência energética do sistema de iluminação. Já outros, como cassinos e teatros, estão principalmente preocupados com a melhoria da aparência e do impacto emocional da arquitetura por meio dos sistemas de iluminação.

Uma iluminação adequada pode melhorar o desempenho de diversas tarefas, porém um projeto mal elaborado pode resultar em desperdício de energia e até mesmo efeitos adversos sobre a saúde humana.

Cor, textura, forma e sombra são os blocos de construção de tudo o que vemos. Mas somente a luz pode trazer estes elementos para a vida.

Em muitos lares e escritórios a luz é somente valorizada pelos seus aspectos funcionais, e raramente é entendida nos seus aspectos artísticos, porém , quando aplicadas propostas luminotecnicas adequadas ela também pode tornar o ambiente em um cenário.

Um bom projeto luminotecnico é aquele que cria um ambiente adequado para o ser humano que vai usufruí-lo, oferecendo conforto e qualidade de vida, usufruindo de forma eficiente de fontes naturais e artificiais.

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Design do Mobiliário – O que é?

design do mobiliário é uma vertente do design de produto e uma das áreas de maior importância no design de produto brasileiro, pois o mobiliário brasileiro é um dos poucos bens de consumo duráveis que é exportado.

É também uma área em que a arquitetura e design de produto se entrelaçam, e está diretamente relacionada ao Design de Interiores.

As funções do móvel dependem do ambiente onde ele será colocado (residência, escritório, escola, meio urbano etc).

Para desenvolver um projeto é necessário observar os detalhes e conhecer os materiais, é preciso pensar nas funções destinadas para cada ambiente e em quem irá usufruir do mobiliário.

Analisando o móvel pelo âmbito de suas funções práticas e objetivas, as pessoas se sentam em algum tipo de móvel (bancos, poltronas ou cadeiras), colocam objetos e utensílios nele (mesas e estantes), reclinam e dormem (camas e sofás); usam para guardar coisas (armários e guarda-roupas), o design de mobiliário é justamente a área especializada em estudar a todas estas funções, porém, é também a área especializada em agregar conceitos estéticos e cênicos ao móvel ou conjunto mobiliário, tornando-os muito mais do que utencílios, tornando-os parte integrante e essencial do cotidiano humano em todos os seus aspectos.

O design do mobiliário, insere no objeto, o significado e importância do móvel como parte da vida do ser humano e da sociedade, ultrapassa a linha do fator utilitário, percebendo os seus vários significados, para compreender cada povo e cada época, e os seus devidos costumes na forma de construir e utilizar a sua mobília.

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